| DICA DE GM: Usando Criaturas Míticas em Mundos Medievais |
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| Escrito por Fernando | |||||||
| Sáb, 16 de Janeiro de 2010 15:23 | |||||||
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Mesmo tendo passado um dia do tema, eu vou postar essa dica (até por que esse semana foi meio punk e não deu pra fazer muita coisa não). Hoje a idéia é falar como usar as criaturas míticas em mundos medievais. A idéia dessa dica vem do fato de que é muito comum, principalmente para mestres iniciantes, usar de uma maneira'errada' essas criaturas. É bem comum ter narrações onde um grupo iniciante de aventureiros andando por uma cidade se depara a todo momento com fadas, silfos, minotauros, centauros e todo tipo de criaturas fantasiosas. Outra também que volta e meia acontece, é um super mago poderoso ter como aliados, ou melhor, servos, diversas criaturas míticas diferentes, como grifos, hipogrifos, dragões e muito mais. Só que vamos lá, não é bem assim. Além do fato (básico) que todas essas criaturas míticas não conviveriam assim pacificamente lado a lado, por diversas razões biológicas e sociais, como por exemplo, rivalidade e defesa de território. ![]() Afinal de contas, por que não usar criaturas míticas fatasiosas assim a torto e a direito? Quem nunca ouviu o ditado de que tudo que é comum, fácil logo perde a graça? Então, se você está mestrando uma narração para aventureiros inciantes que estão entrando em uma montanha congelada escondida em um lugar inóspito, você não vai colocar como inimigos iniciais minotauros, centauros e todo o tipo de criatura míticas diferrentes. Lembre-se que, além de essas criaturas não conviverem diretamente, você acaba tirando o mistério e a surpresa de encontrar uma criatura mítica. Lembre-se que do mesmo jeito que tudo que é comum enjoa, tudo que é incomum tem um gosto a mais. Então, mesmo se o inimigo final for um minotauro (o que, em muitas narrações pode ser bastante comum) se até então você não tiver apresentado nenhum para os jogadores, você pode investir em uma descrição detalhada dele, investindo em características que o façam parecer mais ameaçador ou interessante. ![]() O que acaba acontecendo quando se usa muitas criaturas míticas é que seus jogadores são muito poderosos e vão desprezar qualquer manifestação do desconhecido (como se eles tivessem fleuma sem pagar) ou o mestre acaba enfraquecendo essas criaturas por que ele queria que o final de sua campanha de jogadores de 100 pontos enfrentassem um dragão. É claro, que eles vão morrer se o mestre não enfraquecer a criatura. Mas enfraquecendo a criatura acaba-se perdendo a graça de derrotar uma das criaturas mais difíceis de jogos medievais. ![]() Então, a próxima vez que você for narrar pense nisso. Use as criaturas míticas como aliadas para enriquecer a campanha, tecr reviravoltas, encarar o desconhecido e não apenas para ter inimigos aleatórios diferentes de humanos. Isso pode acabar fazendo com que a sua narração seja uma daquelas que seus jogadores nunca esquecem. OUTROS POSTS DA INICIATIVA GURPS TEMA CRIATURAS MITICAS: Rpgista: A FÊNIX GRIFOS Gurps Brasil PERSONAGEM DA SEMANA: TIAMAT ADAPTAÇÃO: MITOLOGIA TUPINIQUIM ENCONTROS ALEATÓRIOS: CAÇADORAS DE CRIATURAS EQUIPAENTOS: LANÇA DO UNICÓRNIO Não esqueçam de votar nos temas das próximas quinzenas,CLICANDO AQUI . Rodrigo Polak
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